Fidelização – Sejam muito bem vindos de volta!

Atualizado: 24 de Mar de 2019




De acordo com a legislação brasileira, a doação de sangue deve ser voluntária, anônima, altruísta e não remunerada, tendo como objetivo o fornecimento de hemocomponentes para utilização terapêutica, beneficiando assim, indivíduos que necessitam de transfusão de sangue. (PORTARIA 158 DE 04 DE FEVEREIRO DE 2016 – MINITÉRIO DASAÚDE). A ciência avança expressivamente, mas ainda não encontrou substituto do sangue humano.


Na América Latina e Caribe (AL&C) apenas 41% das doações de sangue provém de doadores voluntários e altruístas, forma mais segura de coleta de sangue, segundo dados da Organização Pan- Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS). No entanto, ao longo dos anos, os dados demonstram que a doação de sangue tem diminuído no Brasil e no mundo (Brasil, 2014).

O candidato a doador de sangue, dentro do processo da cadeia produtiva do sangue, passa por várias etapas para efetivar sua doação, visando à proteção do doador, qualidade do sangue coletado e segurança transfusional do receptor.


Certamente você já se questionou: o Hemocentro pedindo sangue de novo? Pois bem, essa é uma inversão, o número de doações diminui progressivamente e a demanda por sangue aumenta expressivamente por vários fatores: catástrofes naturais, emergências, aumento da expectativa de vida, entre outros. Então, essa conta não fecha! Nesse contexto, percebemos que o cidadão atende a um grande apelo de convocação feito pela mídia, “faz a sua parte” e, parece que resolveu o problema. A princípio resolveu, pontualmente, mas a necessidade de sangue é diária, contínua, o sangue é perecível, as hemácias duram até 42 dias, as plaquetas até 5 dias...Mais uma vez essa conta não fecha!


Diante do cenário negativo, várias ações de promoção da doação de sangue são realizadas com o objetivo de atrair novos doadores e fidelizar doadores que realizaram pelo menos uma doação. A fidelização é o mecanismo que permite manter o estoque estável, além de aumentar a segurança transfusional. Ela é o “compromisso”, a exatidão de cumprir sua ligação com a sociedade enquanto cidadão. Portanto, quando tiver uma boa desculpa para não doar, lembre-se: qualquer um de nós pode ser um potencial usuário de sangue. Fidelize-se! Seja muito bem vindo de volta!



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